Mané do Cego e o encontro dos artistas na terra dos mestres poetas

Existe um lugar no sertão do Ceará onde as palavras têm alma. Lá, como grito no susto, as rimas saem da garganta naturalmente, e o repente é tão orgânico que brota da terra, vem como dom, atravessa gerações. Poeta é o pai, o filho, a neta e o avô. São sonetos de história, cordéis aos... Continuar Lendo →

Beiradeiros, Mundurukus e os seis dias na floresta: autodemarcação e uma aliança improvável

      Seis dias na floresta num grupo bem diverso. Dezesseis beiradeiros e beiradeiras e 11 guerreiros e guerreiras mundurukus de 11 a 67 anos de idade, muitos de chinelo, e às vezes descalços, carregavam nos ombros e nas testas jamanxins que chegavam a pesar até 30 kg. Com os facões em mãos, e... Continuar Lendo →

A chula, o prato e a benzeção de Dona Miúda

Vento virado, quebrante, espinhela caída, zipa, mau olhado, cobreiro, mordidura de cobra, de aranha e de lacraia. Isso tudo se cura na benzeção. Carne quebrada, nervo rendido e osso torto é na costura. A costura também é benzeção, mas se faz com agulha. E não é qualquer uma que funciona. “Carne quebrada é assim: a... Continuar Lendo →

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